Análises objetivas sobre os principais desafios do transporte urbano.
Você realmente sabe onde os custos de pessoal do seu transporte coletivo estão se escondendo? A resposta pode estar na rigidez da jornada de trabalho. No transporte coletivo, o fluxo de passageiros oscila intensamente, com picos concentrados, vales acentuados e comportamentos que mudam conforme o dia da semana.
Poucos temas são tão complexos e pouco entendidos quanto a escala de motoristas. Enquanto a programação horária da frota é o cérebro da operação, a escala é o coração operacional da empresa de ônibus. É uma verdadeira "jaboticaba" que só existe no Brasil.
Com a simplificação do serviço de bordo, o reabastecimento foi drasticamente acelerado, reduzindo o tempo em solo de 60 para 15 minutos. Cada aeronave passou a realizar um ou dois voos a mais por dia. O que a aviação aprendeu, o transporte por ônibus ainda pode aplicar.
A operação muda, a demanda muda, o trânsito muda. Os planos operacionais, quando não acompanham esse movimento, trazem um custo oculto para a empresa de ônibus — no acúmulo de atualizações não realizadas e na alocação inadequada de recursos humanos.
Artigos técnicos e casos de sucesso publicados em revistas, congressos e no blog WPLEX.
A discussão sobre a adoção da escala 4x3, ou da 5x2, tem ganhado espaço no Brasil. Segundo as nossas estimativas, dependendo da lei aprovada, será necessário aumentar de 30 a 53% o número de motoristas no transporte público.
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Uma característica notável do software da WPLEX é o uso intensivo de gráficos para visualização e análise da programação horária das viagens, veículos e tripulantes. Pesquisando sobre o tema, chegamos ao clássico de Edward Tufte sobre exibição de informações quantitativas.
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A experiência na CMTC não foi apenas uma etapa, mas um marco que inspirou inúmeras pessoas no setor. Hoje, na WPLEX, continuamos a evoluir as soluções de otimização de horários e escalas, incorporando inteligência artificial e análise de dados em tempo real.
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O Grupo Comporte anuncia a criação de sua nova Central de Planejamento Operacional. A iniciativa resultou em redução dos custos operacionais, maior agilidade na intervenção das programações e escalas, e melhoria significativa na qualidade do serviço.
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ITS, IoT, Smart mobility, Pesquisa operacional, Programação linear, Programação inteira, Fluxo em redes, Otimização de transportes, Roteirização, Grafos, Teoria de filas — como tudo isso é aplicado na prática na WPLEX.
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Especialistas afirmam que já estamos presenciando a Quarta Revolução Industrial. Do ponto de vista das tecnologias digitais, BigData, IA, Robótica e IoT são fundamentais para essa revolução. Palestra proferida na XX Semana de Computação da UDESC.
Também conhecidos como SAU – Sistemas de Apoio ao Usuário, os sistemas automáticos de informação ao passageiro se transformaram em uma das principais estratégias que um sistema de transporte conta para aumentar a atração, satisfação e fidelidade do usuário.
Sistemas inteligentes de transporte, ou ITS, é a denominação dada às soluções de eletrônica, tecnologia de informação e comunicação sem fio, aplicadas ao transporte, para a melhoria da segurança, mobilidade e produtividade, poupando vidas, tempo e dinheiro.
Nos anos 90, surgiu um movimento no hemisfério norte denominado ITS. Exemplos de ITS para o transporte público são o sistema de arrecadação eletrônica, o sistema programação horária, o sistema de controle operacional on-line e o sistema de informação ao usuário.
A programação de horários consiste em obter tabelas horárias de viagens para as linhas de ônibus, a frota e tripulação. Sua importância reside no fato de que, além de garantir um bom atendimento aos passageiros, define o quanto a empresa irá dispender com a folha de pessoal e combustível.
A SBCTrans precisava agilizar o planejamento operacional. A solução adotada foi fornecida pela WPLEX: um software que faz a programação horária das linhas definindo as viagens por veículos, frota ideal, jornada dos operadores e o custo da operação.
Além da receita, um sistema de gestão operacional eficaz afeta diretamente os principais custos de uma empresa de transporte urbano, podendo trazer ganhos significativos. Para tal, é necessário que uma série de atividades seja desempenhada antes, durante e depois da realização do serviço.
A avaliação de alternativas de jornadas de trabalho em processos de negociação de acordo coletivo normalmente envolve um alto grau de complexidade, devido à dificuldade de se estimar com a devida precisão o impacto das novas regras sobre os custos da empresa.
Conteúdo aprofundado para quem quer dominar os temas de mobilidade urbana e otimização operacional.
A ideia de um veículo autônomo, sem motorista, parece coisa de ficção científica. Mas essa realidade já existe, funciona e, o que é mais importante: funciona bem. Os veículos autônomos são, hoje, uma das manifestações mais maduras e impressionantes da automação de sistemas no cotidiano.
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Vivemos em um mundo onde a tecnologia não apenas acompanha, mas direciona a evolução da sociedade. A automação de sistemas é uma das áreas que mais avança, e isso nos leva a refletir: como aplicar esses princípios ao planejamento operacional do transporte público para torná-lo mais eficiente e inteligente?
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Um dos principais desafios do planejamento operacional de frotas de ônibus elétricos é garantir uma operação fluida e sem interrupções causadas pelas limitações de autonomia das baterias, de maneira otimizada e econômica.
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A geração da escala de motoristas envolve a criação de escalas de trabalho eficientes e humanizadas para cada motorista, com base nos serviços programados para dias úteis, sábados e domingos. Sua importância reside no fato de que permite prever o custo da folha de pagamento ao final de cada mês.
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A operação multilinha reduz horas extras e otimiza o uso dos veículos e motoristas. Uma vez que mais de 70% dos custos operacionais são vinculados à tripulação e rodagem, operadores que aplicaram essa estratégia obtiveram uma redução de 4% a 12% nos custos.
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Incertezas e dificuldades em fazer previsões transformaram o planejamento da operação das linhas de ônibus em um desafio sem precedentes. Como dimensionar as viagens para atender à nova demanda e garantir as exigências governamentais de distanciamento social?
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Trabalhos publicados em simpósios, congressos e periódicos científicos internacionais.
Para igualar a participação no custo à da remuneração, o consórcio de empresas operadoras precisa dividir as tarefas operacionais considerando o custo de pessoal e rodagem da frota. Apresentamos neste trabalho um modelo de programação linear inteiro misto.
Entre as abordagens de otimização utilizadas para resolver o problema de roteirização de viagens por ônibus, há o tradicional modelo de fluxo de menor custo. A função objetivo do modelo é ponderada para minimizar o número de veículos utilizados e a quantidade de trocas de linhas de ônibus.
The Bus Passenger Trip Planning Problem is the decision problem the bus passenger faces when he has to move around the city using the bus network. Both questions are computationally equivalent and can be answered using an A*-guided and Pareto domination-based heuristic.
Driver wages is about half of the total operational cost of bus transit companies, hence the need to optimize the drivers' workdays. This paper describes how columns are generated in this particular problem where several workday types are possible.
Enquanto a maioria dos passageiros quer chegar o mais rápido possível em seus destinos, outros preferem caminhar o mínimo possível, com poucas transferências entre conduções. Apresentamos um algoritmo de busca dos melhores caminhos em uma rede de transporte considerando múltiplos critérios.
Várias empresas de transporte urbano confeccionam o quadro horário dos ônibus maximizando o número de viagens diárias em função da frota. Desenvolvemos uma heurística gulosa que define os horários de cada viagem com intervalos regulares, para diminuir o tempo de espera do passageiro no ponto.
O problema de escalonamento de veículos com múltiplas garagens (MDVSP) é um problema clássico de logística e transportes. Neste trabalho apresentamos um método baseado em geração de colunas para solução de grandes instâncias não-estruturadas.
Apresentamos neste artigo uma abordagem para a geração de múltiplos intervalos de descanso em jornadas diárias de trabalho de motoristas de ônibus urbano, de forma a atender a lei federal brasileira que regulamenta a jornada de trabalho dos motoristas de veículos rodoviários.
A previsão de chegada do ônibus é um serviço fundamental em uma solução de ITS. Neste artigo mostramos que o nível de confiabilidade do ETA pode ser significativamente melhorado através de abordagens que consideram as condições atuais de trânsito, além do histórico dos tempos de viagem em cada trecho.
Diversos problemas podem ser resolvidos utilizando-se abordagens de Pesquisa Operacional no transporte coletivo: na programação horária, no monitoramento de frotas, nos sistemas de informação para o cálculo de roteiros de viagem e previsão de chegada dos ônibus.
Apresentamos um método de geração de programação horária de viagens de uma linha de transporte urbano a partir da demanda horária de passageiros, para criar um quadro horário que atenda à demanda e permita otimizar o escalonamento de veículos usando programação inteira.
In this paper, we describe a Crew Scheduling Problem faced by bus transit companies, whose main feature is the possibility of various workday types, each with its own bounds on the durations of each part of the workday. The problem is solved using a classical Branch-and-Price algorithm.